Universidades dos Estados Unidos não utilizarão o leitor de e-books da Amazon


Três Universidades dos Estados Unidos firmaram o acordo de não utilizarem o leitor de e-books da Amazon, o Kindle, até que a empresa corrija problemas de usabilidade e torne o dispositivo acessível também para portadores de dificuldades visuais.

De acordo com o site The Register, o Kindle DX é capaz de ler o texto e convertê-lo em áudio, o que já é bastante útil para pessoas com problemas de visão, mas não há nenhuma ferramenta de auxílio para navegar por seus menus e funções.

Em um comunicado à imprensa, a Amazon disse que irá desenvolver um novo modelo do Kindle, com menus em áudio, até o fim do primeiro semestre deste ano. “Além disso, uma fonte com tamanho ainda maior será adicionada ao Kindle. Os caracteres terão o dobro da altura e largura da maior fonte atual”, afirma o comunicado.

iTechnicality Blog | 18 de janeiro de 2010

Um GPS para ler e ouvir


Folhear livros ou revistas na sala de espera de consultórios está cada vez mais com os dias contados. Sim, o Kindle é uma realidade, mas quem prefere sair de casa com os mais comuns multifuncionais deve dar uma examinada no site da Vista Tecnologia, que comercializa o “Siga-me smart”. Como o próprio nome induz, o carro-chefe é um GPS, mas o aparelho tem também uma função multimídia com vídeo, música, fotos e eBook. Ou seja, você pode ler a publicação de sua preferência, enquanto espera ser atendido em qualquer lugar. Tudo isto pode ser arquivado num cartão de 1GB, que vem com o aparelho. O sistema ocupa 200 MB. Portanto, sobram 800 MB para você ocupar. Pode não ser muita coisa, mas depois você pode trocar por um cartão com maior capacidade.

O Globo – 18/01/2010 – Por Mario Toledo

Editores alemães denunciam Google a escritório antimonopólio


Editores de jornais e revistas alemães denunciaram o Google no Escritório Federal Antimonopólio da Alemanha pelo não pagamento de direitos pelos resultados das buscas, os chamados “snippets”, às publicações envolvidas.

O próprio site de buscas confirmou as informações publicadas por vários veículos de imprensa alemães neste fim de semana sobre as denúncias, que se somam às apresentadas pelo site Ciao, controlado pela Microsoft; e pela empresa de cartografia pela internet Eurocities.

A Confederação Alemã de Editores de Jornais [BDZV, na sigla em alemão] tinha exigido já no final do ano passado saber como e por que determinados veículos de imprensa aparecem no topo dos resultados das listas do Google; também queria uma participação nos lucros publicitários.

Nesse sentido, a BDZV destacou que o Google fatura anualmente na Alemanha cerca de 1,2 milhão de euros [US$ 1,7 milhão] pela publicidade publicada junto aos resultados das buscas.

Outros reclamantes

Já o Ciao considera que o Google violou em parte o contrato assinado pelas duas empresas para a publicidade on-line AdSense em sites de terceiros, enquanto o Eurocities considera desleal a oferta gratuita de mapas do gigante americano.

Aparentemente, o Escritório Federal Antimonopólio Alemão reivindicou uma posição do Google antes de estudar a abertura de um processo.

Um porta-voz do Google apenas confirmou as denúncias e a reivindicação do escritório, assim como a disposição da empresa de cooperar com o mesmo.

da Efe, em Berlim – 18/01/2010 – 09h06