Obras do mago são lançadas para o Kindle


Paulo CoelhoA Amazon anunciou na sexta-feira, dia 8, que 17 livros do escritor Paulo Coelho estão disponíveis em língua portuguesa para a compra na loja virtual de livros da empresa. As obras são as primeiras em português que podem ser compradas para o Kindle no Brasil. Entre os títulos estão O alquimista, Brida e O zahir. Em média, eles custam cerca de US$ 8 e são baixados diretamente no Kindle, por meio da rede 3G. “O Kindle oferece uma grande oportunidade para os escritores ao permitir que seus leitores acessem conteúdos que não estão presentes nas livrarias de seus respectivos países”, disse Paulo Coelho.

Portal G1 – 11/01/2010 – Por Redação

Leitores eletrônicos buscam sucesso, mas podem fracassar


LAS VEGAS, Estados Unidos [Reuters] – Você se lembra do player de MP3 Dell DJ? Ou do organizador pessoal Sony Clié? É provável que dezenas dos leitores eletrônicos lançados na Consumer Electronics Show sigam o caminho desses aparelhos extintos, nos próximos 12 meses.

O Kindle, da Amazon, popularizou os leitores digitais e galvanizou um mercado estimado em alguns milhões de aparelhos ao ano, e diversas empresas, da Barnes & Noble ao Google, estão participando.

eReader da livraria Barnes & Noble; na CES, em Las Vegas, empresas apostam no formato, em meio a incertezas de sucesso

7A feira de eletrônica da semana passada em Las Vegas mostrou muitos modelos novos chegando ao mercado, por parte de gigantes como a Samsung Electronics e empresas iniciantes elogiadas como a Plastic Logic, entre cujos investidores estão a Intel Capital e a Oak Investment Partners.

A seção de livros eletrônicos da CES esteve entre as mais movimentadas, com consumidores curiosos e compradores de terno lotando os estandes que exibiam aparelhos de todas as cores, e de marcas como Bookeen, Copia, Hanvon e Jetbook, muitas das quais desconhecidas.

Embora alguns dos leitores eletrônicos, como o Que, da Plastic Logic, e o Skiff, que conta com o apoio da Hearst, possam encontrar nichos e concorrer contra o Kindle, os analistas afirmam que simplesmente não existe espaço suficiente no mercado nascente para todos os novos concorrentes.

Muitos aparelhos bonitos foram mostrados, mas no momento temos empresas demais disputando um mercado pequeno demais”, disse Michael Gartenberg, analista da Interpret. “Preços altos, falta de conteúdo e funcionalidade de tarefa única significam que a maioria desses aparelhos fracassará, com o tempo.

O Kindle é visto como líder indiscutível do mercado, porque a Amazon não só vende o aparelho, mas também livros digitais. A empresa não revelou estatísticas de vendas, mas analistas estimam que o Kindle controle cerca de dois terços do mercado de leitores eletrônicos.

Mas a ascensão dos computadores tablet na CES, e um aparelho muito aguardado que a Apple deve lançar no final do mês, representam ameaça real para a Amazon, segundo os analistas.

Da Reuters – Atualizado em 11/01/10, às 10h35 no Portal G1

Com temor de fracasso, fabricantes querem emplacar e-reader


Você se lembra do player de MP3 Dell DJ? Ou do organizador pessoal Sony Clié? É provável que dezenas dos leitores eletrônicos lançados na Consumer Electronics Show sigam o caminho desses aparelhos extintos, nos próximos 12 meses.

O Kindle, da Amazon, popularizou os leitores digitais e galvanizou um mercado estimado em alguns milhões de aparelhos ao ano, e diversas empresas, da Barnes & Noble ao Google, estão participando.

E-reader da livraria Barnes & Noble; na CES, em Las Vegas, empresas apostam no formato, em meio a incertezas de sucesso

A feira de eletrônica da semana passada em Las Vegas mostrou muitos modelos novos chegando ao mercado, por parte de gigantes como a Samsung Electronics e empresas iniciantes elogiadas como a Plastic Logic, entre cujos investidores estão a Intel Capital e a Oak Investment Partners.

A seção de livros eletrônicos da CES esteve entre as mais movimentadas, com consumidores curiosos e compradores de terno lotando os estandes que exibiam aparelhos de todas as cores, e de marcas como Bookeen, Copia, Hanvon e Jetbook, muitas das quais desconhecidas.

Embora alguns dos leitores eletrônicos, como o Que, da Plastic Logic, e o Skiff, que conta com o apoio da Hearst, possam encontrar nichos e concorrer contra o Kindle, os analistas afirmam que simplesmente não existe espaço suficiente no mercado nascente para todos os novos concorrentes.

“Muitos aparelhos bonitos foram mostrados, mas no momento temos empresas demais disputando um mercado pequeno demais”, disse Michael Gartenberg, analista da Interpret. “Preços altos, falta de conteúdo e funcionalidade de tarefa única significam que a maioria desses aparelhos fracassará, com o tempo.

O Kindle é visto como líder indiscutível do mercado, porque a Amazon não só vende o aparelho, mas também livros digitais. A empresa não revelou estatísticas de vendas, mas analistas estimam que o Kindle controle cerca de dois terços do mercado de leitores eletrônicos.

Mas a ascensão dos computadores tablet na CES, e um aparelho muito aguardado que a Apple deve lançar no final do mês, representam ameaça real para a Amazon, segundo os analistas.

Reuters | Las Vegas | 11/01/2010 | 16h07