Google testa serviço de busca de textos acadêmicos


Uma semana depois do lançamento do sistema de buscas da Microsoft [ beta.search.msn.com ], o Google [ http://www.google.com ] reagiu lançando mais uma ferramenta, o Google Scholar, que ainda está em versão beta [ de testes ] e é projetado para localizar documentos escolares e acadêmicos, teses, livros, manuais técnicos e artigos publicados na mídia ligados a diversas áreas de pesquisa. Seguindo a linha da ferramenta principal, o Google Scholar organiza os resultados por relevância de acordo com a busca solicitada, exibindo, na maioria dos casos, páginas de maior utilidade na parte superior da tela… [ FOLHA Online ].

Arte e tecnologia


Pesquisadores e artistas independentes revolucionam o olhar tradicional com as novas formas de expressão artísticas. Nanotecnologia, biotecnologia, arte on-line, trabalhos colaborativos e ativismo via web são as novidades em arte e tecnologia no Brasil. O Universia preparou um panorama histórico e um diretório de pesquisa para você.

Domínio Público tem quase três milhões de acessos


O número de acessos ao portal Domínio Público, biblioteca digital do Ministério da Educação, lançado no último dia 16, já chega a quase três milhões. A média é de 312,5 mil acessos diários. De acordo com a Secretaria Executiva do MEC, 540 mil obras já foram baixadas e foram enviados 256 mensagens eletrônicas com críticas, pedidos, sugestões e contribuições sobre acessibilidade e parcerias, além de agradecimentos. … [ MEC ].

Literatura via celular conquista usuários


Nem a difícil digitação no teclado compacto de um celular nem os preços relativamente elevados de dispositivos bluetooth [ que conectam o celular ao micro, por exemplo ] são obstáculos para o surgimento de modalidades de entretenimento via SMS, sigla em inglês de Short Message Service [ serviço de mensagens curtas ]. Os usuários da Ásia podem receber em seus aparelhos capítulos curtos de uma novela. Na Europa, fazem sucesso poemas com número determinado de caracteres, tudo adaptado ao formato reduzido desse tipo de mensagem. No Reino Unido, está em andamento um concurso de poesias para celular da revista [ Onesixty ], uma publicação especializada em “poemas que podem ser enviados por mensagens de texto”. Na China, a mania do momento entre proprietários de celulares é o romance Cheng Wai, título que foi traduzido para o inglês como Outside City e, na internet, é citado em português como De Fora da Fortaleza Sitiada. O autor é Qian Fuchang, um professor do Instituto Guandong de Literatura, localizado no sul da China… [ FOLHA Online ].

Mudanças em tempos de livro digital


A expansão do livro digital já está em andamento. E começa a impor novos modelos e exigir outras competências, com vantagens, desafios e pressões de mercado até então inexistentes. A opinião é do diretor da Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian [ Lisboa ], o português José Afonso Furtado, que fez ontem a conferência “Metamorfoses da edição na era digital”, no I Seminário Brasileiro sobre Livro e História Editorial, que acontece até amanhã na Fundação Casa de Rui Barbosa. Furtado analisa essas mudanças sob uma perspectiva da economia de edição, sem optar nem por uma defesa apaixonada do livro eletrônico nem por uma visão apocalíptica, que aponta para o fim da publicação impressa. “Não haverá uma substituição do livro tradicional, mas uma reorganização do mercado”, disse ele na segunda-feira. Desse modo, Furtado aponta várias vantagens que o livro digital traz em relação ao impresso, como a rapidez de produção de conteúdos e a enorme capacidade de armazenamento. Ele ressalta, porém, que a edição eletrônica só é vantajosa em determinados segmentos e propõe, no lugar de uma análise baseada na oposição entre livro impresso e eletrônico, a compreensão do mercado editorial como heterogêneo… [ O Globo ]

Os livros e a sua história


Rio de Janeiro, período colonial. A vida não era fácil para quem queria ler um livro. A Coroa Portuguesa impediu a impressão no Brasil até que a Família Real se transferisse para cá no período das invasões napoleônicas. Antes e depois da mudança, o contato com os livros era fortemente controlado por organismos de censura a quem competia sancionar o que liam, escreviam e imprimiam os súditos daquém e dalém mar. Mas não era impossível ter acesso aos livros. Submetendo-se às exigências da censura ou percorrendo as vias da ilegalidade, as obras chegavam às mãos daqueles que as buscavam. Não apenas os textos religiosos, técnicos e profissionais pareciam merecer o esforço necessário para a obtenção de um livro. As belas-letras, e sobretudo o romance, eram também bastante procurados. Os caminhos dos livros [ Mercado de Letras, 384 pp., R$ 42 ] de Márcia Abreu, conta uma parte dessa história, acompanhando a atuação da censura em Portugal e no Brasil, apresentando os livros pelos quais havia maior interesse, buscando pistas sobre os modos de ler e sobre as pessoas que habitavam o mundo dos livros… [ PublishNews – 11/11/2004 ]