Posts com Tag ‘Kobo Glo’

Kobo anuncia parceria com Livrarias Feltrinelli


Objetivo é ampliar a oferta do seu eReader mundialmente

A Kobo, que atua no mercado de eReading, anunciou ontem uma parceria com a rede de livrarias italiana Feltrinelli, para ampliar a presença da empresa e seu acesso aos leitores mais assíduos do país. Juntas, as companhias estarão oferecendo a plataforma global da Kobo, seus dispositivo de eReading e uma linha completa de acessórios através das 50 livrarias da Feltrinelli. A partir de hoje, a Feltrinelli estará oferecendo os eReaders Kobo Touch™, Kobo Glo, Kobo Aura e Kobo Aura HD E Ink. O Kobo 7, o tablet projetado para leitores, será disponível em lojas a partir do final de outubro. Com um catálogo de praticamente 4 milhões de livros em 68 idiomas, a Kobo serve leitores em 190 países.

PublishNews | 15/10/2013

Kobo chega às Filipinas


KoboA Kobo vai inaugurar uma filial nas Filipinas, através de uma parceria com a rede National Book Store do país. A empresa canadense venderá os e-readers Kobo Touch, Kobo Glo e o tablet Kobo Arc exclusivamente pelas lojas da rede e pelo site da Kobo a partir do dia 20 de setembro.

Por Benedicte Page | The Bookseller | 11/09/2013

Kindle Paperwhite é bom, mas tela tátil decepciona


A Amazon começou a vender no Brasil o Kindle Paperwhite [R$ 479], seu modelo de e-reader mais avançado. As principais diferenças em relação ao Kindle básico, lançado por aqui no final do ano passado, são a tela sensível ao toque, a resolução maior e a iluminação embutida. São acréscimos bem-vindos, mas a implantação deles poderia ter desempenho melhor.

A iluminação é muito útil para a leitura em ambientes escuros, mas a tela não recebe luz de maneira uniforme. Nesse quesito, o Kobo Glo, seu principal concorrente, é melhor. O Paperwhite, por sua vez, permite um ajuste mais preciso da intensidade da luz –com um porém: não é possível apagá-la por completo durante a leitura.

A tela sensível ao toque responde bem à maioria dos comandos, mas toques rápidos não são registrados com precisão. O teclado exige uma digitação lenta.

O Kindle Paperwhite, leitor de livros eletrônicos da Amazon, durante o evento de lançamento brasileiro, em São Paulo | Fonte:  Adriano Vizoni - Folhapress - 18/03/2013

O Kindle Paperwhite, leitor de livros eletrônicos da Amazon, durante o evento de lançamento brasileiro, em São Paulo | Fonte: Adriano Vizoni – Folhapress – 18/03/2013

A qualidade da imagem é um pouco decepcionante. A tela tem resolução maior que a do Kindle básico, mas essa vantagem é pouco pronunciada – devido basicamente ao baixo contraste e à falta de nitidez. Os caracteres são exibidos com uma tonalidade muito clara, e as bordas aparecem suaves demais.

A resolução do Paperwhite permite o uso de fontes tipográficas mais detalhadas e com exibição mais “limpa”. As curvas, por exemplo, têm aparência menos serrilhada, principalmente com letras pequenas. Ainda assim, sua legibilidade é inferior à do Kindle básico, que exibe letras mais escuras e com bordas mais abruptas, bem definidas. Por isso, opções de ajuste de contraste e nitidez seriam bons recursos a serem oferecidos no Paperwhite.

Amazon Kindle Paperwhite | Fonte: Folhapress

O hardware, no geral, é bom. O aparelho é leve, compacto e resistente. Tem aparência sóbria e, nas costas, textura emborrachada – que é agradável, mas suja com facilidade. Infelizmente, não tem botões físicos para trocar a página, ajustar o brilho ou voltar à tela inicial, que seriam bem convenientes.

O Kindle Paperwhite é vendido em duas versões. A mais barata [R$ 479] tem apenas conexão wi-fi; e a mais cara [R$ 699] inclui acesso a redes 3G em mais de cem países, sem necessidade de assinar um plano de dados.

A conexão 3G, apesar de bem limitada, pode ser usada para comprar e baixar conteúdo, sincronizar dados, traduzir trechos do livro [com a ferramenta embutida, que usa o Bing] e acessar a Amazon e a Wikipédia.

A versão com 3G pode ser útil para quem tem pouco acesso a redes wi-fi ou faz questão de conexão ubíqua e permanente pelo mundo. Para os outros, é difícil justificar a diferença de preço.

Prateleira | Fonte: Folhapress

Prateleira | Fonte: Folhapress

POR EMERSON KIMURA | Publicado originalmente e clipado à partir de Folha de S.Paulo | Caderno TEC | 08/04/2013, às 03h30

Aura HD tem a melhor tela entre os e-readers, mas é caro


Maior concorrente da Amazon no mercado de e-readers, a canadense Kobo aproveitou a London Book Fair, um dos principais eventos editoriais do mundo, para apresentar seu novo leitor eletrônico topo de linha, o Aura HD.

Seu recurso mais alardeado é a tela de 6,8 polegadas sensível ao toque e com resolução de 265 ppi, a maior do mercado. De fato, os 1.440 pontos x 1.080 pontos dão ao Aura uma boa definição, que faz diferença na exibição de imagens, mas o design talvez seja sua maior virtude.

Embora seja mais pesado que seus rivais, o leitor tem a parte traseira chanfrada, com um relevo que encaixa nos dedos e permite uma pegada confortável e firme.

De maneira geral, a experiência de leitura é agradável e o controle por gestos contribui para que a mudança de páginas seja ágil e fácil -até quando o gadget é segurado com apenas uma das mãos.

A agilidade no ambiente dos e-books, contudo, não é reproduzida no resto do software, o que torna a navegação por menus uma tarefa bastante irritante. Na busca on-line por livros, por exemplo, passar de uma página para a outra demorou quase dois segundos no teste. Outro problema é o wi-fi, que se conecta e desconecta à rede o tempo todo.

A iluminação embutida, de intensidade ajustável e presente também no Kobo Glo, impressiona pela distribuição uniforme da luz, mas tem matiz azulado, o que dá uma aparência menos natural do que a do Kindle Paperwhite.

O Aura HD tem capacidade de armazenamento de 4 Gbytes, suficiente para guardar milhares de livros e revistas, que pode ser expandida para até 32 Gbytes com um cartão microSD. Já a bateria, tal qual a do Kindle Paperwhite, promete durar dois meses com um uso diário de 30 minutos.

Entre os recursos extras, há alguns jogos simples, um navegador de web bastante limitado e o interessante “Reading Life”, que fornece estatísticas detalhadas sobre os hábitos de leitura do usuário.

Ainda sem preço definido, o Aura HD chegará ao Brasil entre junho e julho deste ano. Na América do Norte e na Europa, já está em pré-venda por US$ 169, mais caro que seu irmão Glo [US$ 129 nos EUA, R$ 449 no Brasil] e que seu rival Paperwhite [US$ 119 nos EUA, R$ 479 no Brasil].

PRATELEIRA

Segundo a Kobo, o leitor não é o sucessor do Glo, mas uma edição especial voltada para um público restrito. A aposta é que a experiência de leitura, de fato superior à de outros modelos, seja suficiente para atrair os leitores mais assíduos.

Se a intenção, porém, era produzir um leitor irretocável, faltou, por exemplo, incluir conexão 3G, oferecida nos EUA pelo Paperwhite no modelo que custa US$ 179.

POR BRUNO FÁVERO | COLABORAÇÃO PARA A FOLHA | 2/04/2013, 03h30

Leitor digital Kobo Glo cumpre seu papel com muito estilo e tela iluminada


Kobo Glo é vendido no Brasil pela Livraria Cultura por R$ 450; e-reader tem sistema de iluminação

Kobo Glo é vendido no Brasil pela Livraria Cultura por R$ 450; e-reader tem sistema de iluminação

O leitor digital Kobo Glo é uma gracinha, como diria a apresentadora. Com tela sensível ao toque de 6 polegadas e 1 centímetro de espessura, ele se encaixa bem até nas menores mãos adultas, oferecendo conforto na hora da leitura. De quebra, está disponível em quatro opções de cores na parte traseira – incluindo aí um pink nada discreto. Mas não se trata apenas de um corpinho bonito: o leitor oferece conteúdo, e muito. Pode armazenar até 1.000 livros em seus 2 GB ou 30 mil títulos, caso seja inserido um cartão de memória com 32 GB.

O modelo Kobo Glo é o mais caro de sua família: custa R$ 450 no Brasil. Como top de linha, é o único Kobo com um sistema de iluminação de tela que permite ler mesmo no escuro. Seus irmãos também vendidos pela Livraria Cultura são o Kobo Touch [R$ 400], com a principal diferença de não ter luz, e o diminuto Kobo Mini [R$ 290], que fica devendo também expansão de memória.

Esses e-readers usam em sua tela a tecnologia e-ink, que muitos já conhecem do concorrente Kindle. A tecnologia faz com que a tela do eletrônico imite muito bem uma folha papel , eliminando todo tipo de reflexo.

O sistema de iluminação, que num primeiro contato pode parecer uma frescura, é muito bem-vindo [dá até para controlar a intensidade do brilho]. Até então, só era possível “acender” a tela nos e-books visualizados em tablets ou no leitor Kindle Paperwhite [ainda não vendido oficialmente pela Amazon no Brasil].

Livraria

O Kobo é abastecido no Brasil pela loja virtual da Livraria Cultura, que promete um total de 1 milhão de livros digitais, sendo 13 mil em português e 12 mil gratuitos [os preços dos mais vendidos se assemelham aos valores praticados pela Amazon].

Assim como acontece com o Kindle, o usuário do Kobo pode ler um mesmo livro no leitor eletrônico, no smartphone, no tablet ou no computador – para isso, basta baixar um aplicativo gratuito.

O usuário também tem a possibilidade de transferir para o e-reader arquivos que não são da Livraria Cultura – o eletrônico é compatível com diversos formatos, inclusive PDF. Mas esses casos exigem um pouco mais de trabalho para levar o conteúdo até o e-reader: será necessário conectar o gadget ao computador e usar o software Adobe Digital Editions para fazer a transferência.

Se você se atrapalhar nesse ou em outros processos, pode sempre contar com uma central de ajuda via telefone ou e-mail, sendo que esta última alternativa promete respostas em até 24 horas [o prazo foi cumprido com antecedência no teste da reportagem].

Usabilidade

Apesar de ter um objetivo simples – funcionar como plataforma de livros digitais –, o Kobo não é o eletrônico mais fácil de usar. Para entender e se habituar aos seus comandos, o usuário deve recorrer ao manual: sem essa ajuda, a brincadeira de tentativa e erro chega a ser irritante.

O mais fácil é virar as páginas para frente ou para trás, apenas com um toque ou deslizando o dedo. Mas a reportagem apanhou um pouco – até recorrer ao manual – para entender que tipo de comando levava ao menu que permite, por exemplo, selecionar o tamanho das letras e exibir no Facebook o livro que você está lendo [essa ponte com a rede social, bastante engessada, não permite que o usuário vá muito além de mostrar o título e fazer um comentário].

Também é possível escolher o tipo de fonte, o espaçamento entre as linhas, a justificação, grifar e separar trechos do livro, recorrer ao dicionário disponível em diversas línguas, fazer buscas e usar um teclado virtual para anotações. A tela sensível ao toque, que só exibe conteúdo preto e branco, responde bem aos comandos.

Agora uma notícia boa, uma ruim. A boa é que, segundo o fabricante, a bateria dura até um mês. A ruim, que o aparelho vem apenas com cabo USB para ser carregado via computador, e não na tomada [sua entrada é Micro USB]. Na página de acessórios do leitor, é possível comprar o carregador de tomada [R$ 65] e o carregador automotivo [R$ 45].

Ele também não tem tecnologia 3G e, por isso, o usuário precisa estar sempre conectado a uma rede Wi-Fi ou a um computador com acesso à internet para poder transferir conteúdo ao e-reader.

Organização

O Kobo tem um sistema que facilita a vida do usuário, na hora de organizar sua biblioteca virtual. Ele oferece, por exemplo, um sistema de prateleiras com o qual é possível criar grupos de livros similares ["suspense", "romance", "biografias", "inacabados" etc].

Ainda mais além vai a ferramenta “reading life”, que exibe estatísticas de leitura: quantas horas foram lidas e quantas páginas viradas do conteúdo em andamento. Em relação aos livros já terminados, dá para saber qual o total de títulos, quantas horas de leitura e qual a porcentagem da sua biblioteca já foi concluída.

Há também prêmios, que o usuário ganha a cada ação. O selo “era uma vez” é dado quando se começar a ler um título novo, o “hora do rush” vem quando se lê no mesmo horário em cinco dias diferentes e o “não é um livro aberto” aparece quando uma leitura é concluída. Não é mesmo uma gracinha?

  • KOBO GLO

    KOBO GLO

    Preço sugerido: R$ 450

  • Tela: 6 polegadas [sensível ao toque; tecnologia e-ink; sistema de iluminação para ler no escuro]
  • Dimensões: 11,4 x 15,7 x 1 cm
  • Peso: 185 gramas
  • Processador: 1 GHz
  • Armazenamento: 2 GB [expansível para até 32 GB]
  • Conexão: Wi-Fi e porta Micro USB
  • Bateria: Até um mês
  • Arquivos compatíveis: Epub, PDF, Mobi, JPEG, GIF, PNG, TIFF, TXT, HTML, XHTML, RTF, CBZ e CBR
  • Pontos positivos: Confortável, bonito, tela imita papel, iluminação própria, bom sistema de organização de conteúdo, compatível com diversos formatos de arquivo.

Pontos negativos: Primeiro contato não é intuitivo, não tem carregador para tomada, não tem 3G, integração com Facebook é limitada.

Por Juliana Carpanez | Publicado originalmente e clipado à partir de UOL, em São Paulo | 05/02/2013, às 10h28

Kobo lança Touch por R$ 399


E-reader foi lançado hoje na Livraria Cultura

A Kobo chegou. Não é notícia nova, mas, após tantas semanas de antecipação, e tanto debate sobre os grandes players internacionais no Brasil, é bom finalmente poder de fato comprar o tão falado e-reader. E para ter um na mão, mais especificamente um Kobo Touch, que entra em pré-venda hoje a meia-noite no site da Livraria Cultura, o leitor vai ter que desembolsar R$ 399, um preço um pouco salgado se comparado aos 100 dólares que ele custa em média nos Estados Unidos. A partir de amanhã, 12 mil títulos em português estarão disponíveis para compra no site da livraria. O e-reader começa a ser distribuído dia 5 de dezembro, tem capacidade de armazenamento de até mil livros e um ano de garantia.

Do ponto de vista orçamentário, sem levar em conta as facilidades e problemas de se ter um e-book, se fizermos o cálculo, com um preço médio de 35 reais por livro, e uma diferença de preço média de 25% em relação ao preço do livro físico [segundo Pedro Herz, o preço do e-book é entre 20 a 30% menor que o do livro físico], o preço do aparelho será compensado após a compra de 46 e-books. O que não é nada absurdo, mas que para a maioria das pessoas leva mais de um ou dois anos.

No lançamento oficial, Todd Humphrey, vice-presidente da empresa canadense, falou que, mesmo estando abertos a outros parceiros, como o são em outros países, a Livraria Cultura é a parceira-chave de longo prazo da Kobo no Brasil e que, do ponto de vista de livrarias concorrentes, o acordo é exclusivo [ou seja, não deverão entrar em parcerias com os competidores da Livraria Cultura]. O fantasma da Amazon estava no recinto, mas Todd foi sucinto e confiante: “Com a união da Kobo, Cultura e Rakuten, vai ter pouca chance para a Amazon aqui”, brincou o VP. E Sergio Herz complementou: “Não vai ser uma competição de igual pra igual, e sim de melhor para pior, a Kobo sendo, claro, a melhor”.

O plano para 2013 é lançar, logo no primeiro trimestre, o Kobo Glo, Kobo Mini e o tablet Kobo Arc – este último possibilitará a leitura de revistas e jornais. Mas os três executivos destacaram que a conversão para Epub, formato digital dos e-books que serão vendidos pela Cultura, é um movimento que deve ser feito pelas editoras. Todd Humphrey nos contou que o trabalho da Kobo no Brasil tem dois aspectos: um é a parceria com a Livraria Cultura, e o outro é o trabalho com as editoras para promover a conversão dos arquivos em Epub. Quando perguntado sobre como se sente sendo o primeiro a chegar no Brasil, Todd não poupa entusiasmo: “It feels greeeaaat!” [ou "muuuito bom!"].

Por Iona Teixeira Stevens | PublishNews | 26/11/2012

Livraria Cultura lança leitor eletrônico Kobo Touch no Brasil por R$ 399


A Livraria Cultura anunciou nesta segunda [26] que venderá por R$ 399 o leitor de livros digitais Kobo Touch, trazido ao país em parceria com a fabricante do aparelho.

Consumidores que adquirirem o e-reader por meio da pré-venda, que começa nesta terça-feira [27], à 0h, por meio do site da livraria, receberão o aparelho no próximo dia 5 – quando o Kobo também chegará às lojas físicas da empresa.

Kobo Touch, fabricado pela canadense Kobo, é visto em evento em Tóquio; aparelho custará R$ 399 no Brasil | Yoshikazu Tsuno - 2.jul.12/France Presse

Kobo Touch, fabricado pela canadense Kobo, é visto em evento em Tóquio; aparelho custará R$ 399 no Brasil | Yoshikazu Tsuno – 2.jul.12/France Presse

Segundo a companhia, 12 mil títulos em português estarão disponíveis para aquisição e download para o dispositivo, entre os cerca de 1 milhão em outras línguas.

O aparelho tem memória interna de 2 Gbytes –expansíveis por meio de cartão SD – e suporta os formatos PDF, Mobi e ePub, além de imagens, textos em TXT, HTML e RTF e quadrinhos em CBZ ou CBR.

AMAZON

A Amazon, gigante norte-americana que fabrica os leitores Kindle, foi mencionada algumas vezes durante o evento de lançamento para a imprensa.

“Nós competimos com a Amazon globalmente, em vários países do mundo”, disse Todd Humphrey, vice-presidente executivo de desenvolvimento de negócios da Kobo.

A estratégia da Kobo é ter um parceiro forte em cada país, afirmou Humprhey. No Brasil, é a Livraria Cultura.

Sergio Herz, executivo-chefe da Livraria Cultura, reforçou o conceito de “read freely” [leia de maneira livre], que permite a leitura em aparelhos Kobo de livros comprados em outros dispositivos e plataformas. “E o livro é seu, você pode copiá-lo para outros aparelhos”, acrescentou, numa crítica implícita à Amazon, que tem uma política mais fechada –títulos comprados na loja virutal para o Kindle costumam ser compatíveis apenas com o próprio Kindle.

FUTUROS LANÇAMENTOS

Sobre a disponibilização de periódicos, Pedro Herz, presidente do conselho de administração da Livraria Cultura, disse: “Cabe aos jornais e revistas, não a nós, tomar a iniciativa de disponibilizar seus produtos em formatos eletrônicos“.

Sergo Herz revelou que a Cultura pretende lançar o tablet Kobo Arc, que diz ser mais adequado para a leitura de periódicos, no primeiro trimestre do ano que vem.

No mesmo período, devem ser lançados também o Kobo Mini, modelo de e-reader mais compacto, e o Kobo Glo, leitor com iluminação embutida.

Ainda não há previsão de data e preço para o Arc, o Mini ou o Glo.

POR EMERSON KIMURA, DE SÃO PAULO | COLABORAÇÃO PARA A Folha de S.Paulo | 26/11/2012, às 15h02

Leitura digital brasileira


Família E-readers da Kobo | Kobos: Mini, Glo, Touch e Arc

Família E-readers da Kobo | Kobos: Mini, Glo, Touch e Arc

O livro eletrônico ainda engatinha no Brasil, onde há poucas opções de e-readers e a quantidade de títulos em português é limitada. A chegada do Kindle e da Amazon ao Brasil em dezembro deve acabar com o marasmo. Nesse contexto, a Livraria Cultura se mexe para marcar posição, lançando o e-reader Kobo.

Fabricado por uma empresa canadense, o Kobo é visto nos Estados Unidos como o leitor das livrarias independentes, quase um gadget de resistência contra o trator amazoniano. No Brasil, ele chega aliado a uma livraria com 16 lojas pelo Brasil e 65 anos de mercado nacional.

Os quatro modelos do Kobo serão lançados aqui e poderão ser comprados no site e em lojas físicas da Cultura. O primeiro a chegar é o Touch. Depois vem o Glo, o Arc e o Mini. A Cultura ainda não tem as datas de lançamento nem os preços. Nos EUA, custam entre US$ 99 e US$ 199.

O teste do Link foi feito no modelo Glo, que tem configurações bem parecidas com o Touch, o primeiro a sair no Brasil. Pesa apenas 185 gramas, tem 114 milímetros de largura, 157 mm de altura e 10 mm de espessura. Seu processador tem 1 GHz e o aparelho tem 2 GB de armazenamento, expansível para 32 GB com um cartão MicroSD, suficiente para guardar até 30 mil livros.

O Kobo Glo tem uma textura de tela agradável para a leitura. É opaca e tem o contraste acentuado de uma impressão de boa qualidade. Para ambientes escuros, a tela tem iluminação própria.

Há várias opções de fonte, tamanho e espaçamento para os textos. Virar páginas é simples, basta deslizar o dedo sobre a tela. Fazer aparecer os comandos de configurações é menos intuitivo. Nas primeiras vezes, perdi um certo tempo até conseguir.

A maior chatice do Kobo Glo é a falta de resposta da tela em muitas ocasiões. Na hora de escrever, por exemplo, é comum ter de bater mais de uma vez em uma tecla na tela em busca de uma resposta. Depois de um tempo sem uso, ele chegou a “congelar” algumas vezes. Tive de usar o botão de ligar/desligar para reativar o aparelho.

O catálogo à disposição é vasto. São três milhões de títulos da Kobo, sendo 15 mil em português, mais 320 mil títulos do acervo eletrônico da Livraria Cultura. Os preços dos importados consultados eram mais caros que no sistema Kindle/Amazon [o último livro de Tom Wolfe, Back To Blood, por exemplo, era quase US$ 15 mais barato na Amazon]. Aliás, a checagem de preço via mecanismo de busca do Kobo é um processo aborrecido. É preciso preencher dados de endereço toda vez para se chegar no valor.

O Kobo aceita vários formatos de ebook, mas “prefere” o ePUB, pois através dele recursos como integração com o Facebook são possíveis. Uma vez que um título é baixado, ele pode ser lido em outras plataformas do usuário [PC, iPhone]. Para isso basta apenas ter o aplicativo Kobo.

Kobo Glo
Preço Não divulgado
Armazenamento 2 GB, expansível para 32 GB com cartão MicroSD [equivalente a cerca de 30 mil livros eletrônicos]
Processador 1 GHz
Peso 185 gramas
Tela 6 polegadas
Conectividade Wi-Fi e Micro USB
Duração da bateria 1 mês, considerando 30 minutos de leitura por dia

Por Camilo Rocha | Publicado originalmente no BLOG HOMEM-OBJETO | LINK do Estadão | 18 de novembro de 2012, às 17h59

Kobo inicia vendas na Itália


Dando continuidade ao seu plano de expansão mundial, a Kobo inaugurou hoje sua parceria com a livraria italiana Mondadori, com o início das vendas dos eReaders Kobo Mini [79 euros], Kobo Touch [99 euros] e Kobo Glo [129 euros].

Para quem não conhece, a Mondadori está para a Itália assim como a Saraiva está para o Brasil – é a maior rede de livrarias físicas do país e uma das maiores lojas online da Itália.

Segundo relatos recentes, o mercado de eBooks na Itália está experimentando alguma aceleração – dizem que os eBooks já correspondem a cerca de 4% das vendas.

Por Eduardo Melo | Clipado de Revolução eBook | 02/10/2012

Kobo anuncia novos e-readers


Após acordo com American Publishers Association e contratação no Brasil, Kobo lançará novos e-readers e tablet

Amazon esgota Kindle Fire, Barnes & Noble venderá o Nook do outro lado do Atlântico e Apple continua criando expectativa para o lançamento do mini iPad. Agora é a vez da canadense Kobo entrar na corrida para as vendas de natal, anunciando o lançamento de dois novos e-readers e um tablet. Em outubro serão lançados os e-readers Kobo Glo, com tela de 6 polegadas, iluminado com tecnologia ComfortLight, e o Kobo Mini, o menor e-reader do mercado, com uma tela de 5 polegadas. No mês seguinte, em novembro, a empresa lançará o Kobo Arc, um tablet Android 4.0, com uma interface Tapestries, em versões de 8G e 16G. Os preços variam de U$ 79,99 a U$ 249,99. O anúncio da Kobo não poderia ser mais oportuno, já que os olhos do mercado estavam todos virados para Santa Monica, na Califórnia, onde a gigante Amazon deve anunciar hoje a tarde a nova linha de Kindles. Papai Noel vai encher o trenó de e-readers esse ano.

Por Iona Teixeira Stevens | PublishNews | 06/09/2012