Com 150 mil títulos, Amazon começa a vender livros físicos no Brasil


No lançamento, varejista oferece frete grátis em compras acima de R$ 69

A partir dessa quinta-feira [21], os brasileiros poderão finalmente comprar livros físicos pela Amazon. Para o início das operações, a varejista compôs um catálogo de 150 mil títulos. Para marcar o lançamento, a Amazon oferecerá frete grátis para compras acima de R$ 69 e entrega no dia seguinte para compras feitas antes das 11h da manhã por consumidores de algumas localidades da cidade de São Paulo. Em entrevista que concedeu nesta quarta-feira, com exclusividade ao PublishNews, Alex Szapiro, country manager da Amazon no Brasil, disse que outra funcionalidade estará disponível imediatamente aos brasileiros. É o Leia Enquanto Enviamos, que permitirá que o cliente comece a ler o livro no digital – por meio do Kindle Cloud Reader – enquanto é feito o envio do livro físico. Essa funcionalidade está disponível para 13 mil títulos, com possibilidade de expansão. “Essa experiência que transita entre o digital e o físico ao mesmo tempo está no DNA da Amazon”, disse ao PublishNews.

Catálogo

O catálogo de 150 mil títulos é composto por obras de 2.100 editoras. Os títulos vão desde os best-sellers até livros de fundo de catálogo. “Estamos lançando a loja com o maior catálogo de livros em português do Brasil. Quem acompanha a história da Amazon sabe da nossa obsessão em ter certeza de que temos um catálogo muito bom, não só composto por best-sellers, mas também por títulos de cauda longa e de backlists”, disse Szapiro.

Logística

De acordo com Szapiro, outa obsessão da Amazon é pelo cumprimento de prazos prometidos. Para alguns CEPs da cidade de São Paulo, para pedidos feitos até as 11h da manhã, a Amazon promete entregar no dia útil seguinte. Para as demais localidades, a Amazon trabalha com prazos distintos. “A gente tem certeza de que aquilo que a gente promete é aquilo que a gente pode cumprir”, defendeu. “Isso já acontecia desde antes, quando começamos a oferecer o Kindle”, completou o executivo. O frete grátis para compras acima de R$ 69 vale para todo o território nacional. Outra inovação apresentada pela Amazon é a possibilidade de o cliente devolver o livro dentro do período de 30 dias, caso o produto não atenda às suas expectativas. Ao ser perguntado sobre a possibilidade de alguns clientes se aproveitarem dessa facilidade para comprar livros, ler e depois devolver, Szapiro disse que usará a tecnologia contra esses casos: “a gente tem tecnologia para saber se um cliente faz isso uma, duas, três ou quatro vezes. A gente trabalha em prol do consumidor. Não é por causa de um ou outro caso como esse que a gente tem que prejudicar todas as outras pessoas honestas. É assim que a Amazon trabalha”.

Retrospecto da Amazon no Brasil

A Amazon começou a operar no Brasil em dezembro de 2012, com o lançamento da Amazon.com.br, da loja Kindle Brasil, do Kindle Direct Publishing [KDP] e dos e-readers Kindle que eram oferecidos em lojas da Livraria da Vila e do Pontofrio.com. No ano passado, a varejista lançou a Amazon Appstore no Brasil e, no começo de 2014, iniciou as vendas de Kindle e Kindle Paperwhite diretamente pelo seu site. Agora, além do lançamento da loja de livros físicos, a Amazon fará o seu debut em uma bienal. Pela primeira vez, a varejista terá um estande na Bienal do Livro de São Paulo, que começa na próxima sexta-feira [22].

Por Leonardo Neto | PublishNews | 21/08/2014

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eBooks e convergência são temas da Bienal do Livro de SP


Evento começa nesta quinta-feira com a realização do 5º Congresso Internacional do Livro Digital com o tema “Cultura em Convergência”

Em 2007, a Amazon lançou a primeira edição do e-reader Kindle. Agora, sete anos depois, a empresa anuncia um serviço de assinatura para e-book e audiobook. Tanto no Brasil como internacionalmente, observou-se uma resposta positiva ao modelo. Segundo pesquisa realizada pela BookStats, a venda de livros digitais superou os impressos, gerando US$ 7,54 bilhões às editoras norte-americanas em 2013. Assim, diante da incerteza sobre o futuro dos livros tradicionais, um dos maiores eventos brasileiros do segmento decidiu apostar no tema.

Na sexta-feira, 22, inicia-se a 23ª Bienal Internacional do Livro, que, neste ano, está trabalhando diretamente com o público por meio das redes sociais e peloblog do evento. A aproximação resultou em mais de 10 mil ingressos vendidos até o momento, em comparação aos 2,6 mil da edição anterior, o que corresponde ao recorde de vendas antecipadas. Para evidenciar ainda mais o tema, a Câmara Brasileira do Livro, responsável pela Bienal, promove um dia antes, na quinta-feira, 21, o 5º Congresso Internacional do Livro Digital.

O tema deste ano é “Cultura em Convergência”, e será abordado nos dias 21 e 22 de agosto, no Auditório Elis Regina. A quinta edição do evento conta com a participação de Jason Merkoski, o primeiro evangelista de tecnologia da Amazon; Oren Teicher, presidente da American Booksellers Association [ABA]; Jose Borghino, diretor de política da International Publishers Association [IPA]; Stephen King, presidente do grupo Daisy de Londres; Olaf Eigenbrodt, diretor da Biblioteca Universitária de Hamburgo, na Alemanha; Pedro Luis Puntoni, professor da Universidade de São Paulo e coordenador do Núcleo de Cultura Digital do Cebrap; Danilo Venticinque, editor de cultura da Revista Época; entre outros.

Tradicionalmente, o Congresso acontece no primeiro semestre, mas desta vez vai anteceder a Bienal e se extender durante o evento. Além do espaço para discussão e apresentação de cases de sucesso, também serão premiados trabalhos científicos sobre o livro digital. Os três vencedores receberão um valor em dinheiro e, dependendo do tema do trabalho, serão avaliados em fast track para publicação na Revista de Gestão da USP. O primeiro colocado vai apresentar seu projeto no dia 22, às 16h30, na plenária do Congresso.

O Congresso do Livro Digital surgiu há cinco anos como parte das metas de trabalho da Câmara, com a missão de discutir o futuro do impresso e do mundo digital. Susanna Florisse, diretora da Câmara Brasileira do Livro, afirma que a ideia é debater os novos formatos, modelos de negócios e novas formas de bibliotecas. Serão abordadas as diversas possibilidades do autor, ilustrador e editor ao trabalhar com o conteúdo no impresso, aplicativo, nuvem, etc. Ou seja, toda a cadeia de produção, desde o autor até o leitor.

Apesar da presença cada vez mais forte do livro digital, Susanna acredita que o impresso não vai morrer, embora alguns realmente desapareçam do mercado ou diminuam a tiragem. Para ela, haverá um mix, em que o digital vai complementar o impresso. Os livros didáticos, por exemplo, devem manter o formato tradicional, mas com conteúdo reduzido. “Bibliotecas digitais é um modelo de negócio que faz todo o sentido. As editoras precisam sair da zona de conforto, acompanhar tendências. Em um País com tamanha dimensão geográfica, o mais óbvio seria diminuir custos com papel e com frete. Além disso, estamos vivendo a realidade de uma geração totalmente digital. As pessoas não tem mais tempo, os costumes mudaram, os hábitos mudaram”, afirma a diretora da Câmara.

Em contrapartida, a Bienal atrai um grande número de visitantes em todas as edições. Neste ano, já foram vendidos mais de 10 mil ingressos antecipados. Porém, Susanna explica que o motivo não são os livros impressos em si. Afinal, eles podem ser adquiridos pelas internet e, muitas vezes, a um preço mais acessível. “Cada vez mais as editoras vão se tornar prestadoras de serviço. A Bienal chama muita atenção, não necessariamente para venda de livros, mas para uma questão cultural.Os visitantes querem ir pelo aspecto cultural, para assistir a palestras, debates, premiação, etc”.

Com o processo da digitalização, o conteúdo também se torna mais acessível, aumentando o risco de cair na rede. Entretanto, a diretora não enxerga o problema como o maior desafio do livro impresso. Para ela, as tradições é que podem representar a principal barreira para a consolidação da leitura. “O livro sempre teve que concorrer com a pirataria. Mas, talvez o seu maior concorrente seja ter uma sociedade que prefira ter dois celulares, dois carros ou roupas de marca, em vez de um livro”.

A abertura do 5º Congresso Internacional do Livro Digital acontece na quinta-feira, 21, às 9h. As inscrições podem ser feitas pelo próprio site oficial do evento. Já a Bienal, vai até o dia 31 de agosto e também está com venda de ingressos abertas nos pontos de venda físicos e pela internet.

POR POR ERIKA NISHIDA | enishida@grupomm.com.br | Publicado originalmente em wwwproXXIma.com.br | 20/08/2014, às 19:06

Livrus Editorial lança novas duas obras do escritor Lajosy Silva


Autor lança romance sobre serial killer

JORNAL A CRÍTICA

Dorina Nowill lança DDReader na Bienal


App permite ler com os dedos e os ouvidos

A Fundação Dorina Nowill apresentará em seu estande durante a Bienal do Livro em São Paulo o DDReader [Dorina Daisy Reader] em sua versão para Android, o que permitirá seu uso em smartphones e tablets. O app permite ler com os dedos e os ouvidos, facilitando ainda mais o acesso à leitura para as pessoas com deficiência visual. Durante a Bienal, pessoas com deficiência visual demonstrarão o uso do aplicativo aos visitantes. O aplicativo é um desenvolvimento da Fundação Dorina em parceria com a Results, empresa de softwares acessíveis.

PublishNews | 20/08/2014

Bibliotecas digitais e impressas vão coexistir por muito tempo, diz especialista


As bibliotecas impressas e digitais vão coexistir, “pelo menos”, durante os próximos 20 anos, disse hoje [20] à Agência Brasil a diretora do Sistema de Bibliotecas da Fundação Getulio Vargas [FGV], Marieta de Moraes Ferreira. Ela participou do primeiro dia de debates da conferência internacional Os Desafios das Bibliotecas Digitais: Conhecimento, Tecnologia e o Crescimento da Informação Virtual nas Universidades, promovido pela instituição, em sua sede em Botafogo, zona sul do Rio de Janeiro. O evento reúne profissionais brasileiros e de instituições internacionais de ensino.

O mundo dos livros está mudando muito e sempre surge aquela ideia de se criar uma biblioteca digital e diminuir o número de livros físicos”, comentou Marieta. Essa proposição, entretanto, cria uma série de debates, incertezas e desafios para o futuro. Segundo ela, isso ocorre porque uma coisa são os periódicos digitais, que são bem aceitos de modo geral e para os quais que se verifica um aumento cada vez maior de consultas por parte de pesquisadores, professores e alunos. A questão muda, entretanto, quando se trata dos livros impressos.

Alguns palestrantes indagaram se é possível haver uma biblioteca só digital ou essencialmente digital. “A conclusão final é a inviabilidade disso neste momento, porque os leitores ainda não estão sintonizados com isso, mesmo os jovens. A preferência pelo livro físico ainda é dominante”, explicou.

A diretora da FGV disse, ainda, que é preciso distinguir entre livros de ficção, como um romance, por exemplo, e um livro acadêmico, que é um livro de estudo que demanda mais concentração da parte do leitor. “Acho que os livros de ficção, que levam para uma atividade mais de lazer, têm mais facilidade de serem incorporados aos hábitos das pessoas na forma de livros digitais, os chamados e-books, do que os livros acadêmicos”.

Outro problema se refere à compra de livros digitais, especialmente para as bibliotecas universitárias, indicou Marieta Ferreira, porque o modelo de negócio é diferente do adotado tradicionalmente. “Quando você compra livros digitais para as bibliotecas, não compra das editoras. Compra das agregadoras, que são como distribuidoras de livros digitais”. O que ocorre, mencionou, é que essas empresas vendem pacotes fechados de livros ou de base de dados. “Às vezes, você compra 100 títulos e lhe interessam 20. Muitas vezes, não há opção de escolha”.

Além disso, a disponibilidade de grande parte dos livros vendidos pelas agregadoras não é perpétua, ou seja, a compra é feita por um prazo determinado, ao fim do qual os livros digitais deixam de ser acessáveis. “Se, no ano que vem, a biblioteca não tiver dinheiro, acabou o livro”. Devido a essas questões, a tendência, sinalizada pelos especialistas de vários países presentes à conferência, é que as bibliotecas digitais e impressas ainda coexistirão durante bastante tempo.

O Sistema de Bibliotecas da FGV reúne as bibliotecas da instituição no Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília. Em todo o Brasil, a FGV tem mais de 140 mil alunos. O sistema inclui 10.733 e-books comprados ou adquiridos por assinatura; 3.756 livros impressos que estão em domínio público e podem ser digitalizados; 280 mil e-books disponibilizados a partir do Portal Capes; e 149.471 livros impressos, dos quais 85.121 pertencem ao acervo da FGV Rio.

Agência Brasil | 20/08/2014

Samsung lança Galaxy Tab 4 Nook, tablet com foco na leitura


E a Samsung não se cansa de lançar novas variantes de aparelhos. Desta feita, em parceria com a Barnes & Nobles, ela lançou uma variante do Galaxy Tab 4.0, que fora lançado no início de abril. Chamado de Galaxy Tab 4 Nook, esta variante tem como público-alvo aqueles que não dispensam um bom livro. Barnes & Nobles é uma tradicional livraria dos EUA, então, com essa parceria, os usuários terão acesso a inúmeros títulos comercializados por eles.

Esta livraria já tentou anteriormente se lançar no concorrido mercado de dispositivo móveis com o seu tablet Nook, também com foco na leitura, mas sem muito sucesso. Com isso, sua linha foi descontinuada. Assim, a empresa abriu mão de usar o visual do seu antigo tablet e adotou a opção da sul-coreana Samsung mesmo. O Galaxy Tab 4 Nook deverá vir com a interface TouchWiz. A maior diferença ficará por conta de todos os apps pré-instalados, oriundos desta parceria que, se fossem baixados separadamente, custariam mais de US$ 200.

O Galaxy Tab 4 Nook possui uma tela de 7 polegadas com resolução HD, ou seja, 1280×720 pixels. Seu processador é um quad-core que trabalha na frequência de 1,2 GHz. Seu espaço interno é de 8 GB expansíveis via cartão de memória. Ele tem ainda uma câmera traseira de 3 MP e uma frontal de 1,3 MP. Segundo a Samsung sua bateria é capaz de aguentar 10 horas de reprodução de vídeos. Ele pesa 276 gramas e já vem com o Android 4.4 KitKat instalado.

Suas vendas já iniciam hoje em todas as lojas Barnes & Nobles, onde os funcionários poderão oferecer assistência técnica e produtos adicionais, da loja. Ele será vendido também em outros revendedores, como a Amazon, pelo preço de US$ 179.

mobilexpert.com.br | 20/08/2014

Confira a programação dos Cases e Trabalhos Científicos no 5º Congresso CBL do Livro Digital


Confira a programação dos Cases e Trabalhos Científicos no 5º Congresso CBL do Livro Digital
Confira a programação dos Cases e Trabalhos Científicos no 5º Congresso CBL do Livro Digital
Confira a programação dos Cases e Trabalhos Científicos no 5º Congresso CBL do Livro Digital

Desafios das bibliotecas digitais


Tema será abordado em conferência internacional da FGV

A Fundação Getúlio Vargas [FGV] promove nesta quarta e quinta-feira [20 e 21] a conferência Os Desafios das Bibliotecas Digitais: conhecimento, tecnologia e o crescimento da informação virtual nas universidades. O evento reunirá palestrantes do Brasil, EUA, Áustria, Reino Unido e Espanha para debater temas como gestão, tecnologia e informação digital nas instituições de ensino superior. A conferência marca a abertura dos eventos realizados em celebração aos 70 anos da FGV. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas clicando aqui.

PublishNews | 19/08/2014

O uso de livros digitais nas salas de aula brasileiras


Por Greg Bateman | Publicado originalmente em Publishnews| 19/08/2014

Na semana passada, ajudei a administrar uma pesquisa com quase 100 diretores, professores e coordenadores de escolas particulares sobre livros digitais na sala de aula. Os resultados foram surpreendentes, mesmo para um entusiasta digital como eu. Se você está envolvido em edição de livros educativos, não pode deixar de ler isso.

A maioria dos participantes estava focado no ensino fundamental e ensino médio com 80% deles trabalhando em escolas entre 500-10 mil estudantes (nove participantes lideravam escolas maiores de 10 mil alunos). Um número incrível, ao redor de 66%, já estava usando e-books nas salas de aula com menos de 3% que não conheciam a mídia. Apesar de toda a discussão sobre os objetos de aprendizado digital, animações, interatividades e multimídia, o recurso mais importante para os educadores era “busca” – uma funcionalidade padrão em quase todas as plataformas de e-book (exceto nos sistemas que simplesmente dão suporte a uma “imagem” da página impressa).

Quanto os educadores acham que este conteúdo é valioso? Acima de 23% pagariam o mesmo ou maispelo conteúdo digital. A maioria disse que pagaria um pouco menos que a versão impressa do livro, validando a prática comum de que o e-book deveria ter um desconto valendo ao redor de 70% do custo do impresso. Quando perguntamos quais livros eles queriam em versão digital, recebemos uma lista que incluía metade de livros das cinco maiores editoras educativas, mas a outra metade era uma seleção diversa de publicações de editoras médias e pequenas. Muitos estavam exigindo bons e-books para o aprendizado a Língua Portuguesa.

Uma tendência central que vimos foi que, devido à falta de conteúdo disponível no Brasil, muitos coordenadores educacionais estão começando a criar seu próprio conteúdo com ferramentas como iBooks Author, sem paciência para esperar que as editoras atuem.

Interessado em saber mais sobre a pesquisa? Estarei na Bienal do Livro nos dias 22 e 25 e seria ótimo tomar um café com você. Posso ser encontrado em greg@hondana.com.br.

Por Greg Bateman | Publicado originalmente em Publishnews| 19/08/2014

Greg Bateman

Greg Bateman

Greg Bateman, expert em tecnologia e empreendedor do negócio de e-books, é conhecido pelo seu envolvimento na criação de produtos extremamente bem-sucedidos, como os smartphones da Samsung e o Kindle, da Amazon. Na Vook, ele desenvolveu uma eficiente cadeia de produção de centenas de e-books por semana. Greg, que nasceu nos Estados Unidos, viveu nove anos no exterior, onde intermediou várias parcerias envolvendo Coreia, China, Japão e EUA. Hoje mora no Brasil, em São Paulo. Ele é pesquisador visitante da Universidade de Tóquio, tem duas graduações pela Universidade da Califórnia em Berkeley [engenharia elétrica/ciência da computação e literatura japonesa] e um MBA pela Columbia Business School.

A coluna E-Gringo discute a fundo o negócio e o lado técnico dos e-books a partir de uma perspectiva global. Às quartas-feiras, quinzenalmente, ela vai apresentar plataformas e tendências do mundo todo e, claro, do Brasil. Para enviar comentários, escreva para greg@hondana.com.br .