Memória dobrável

Depois da tela flexível, chegou a vez a memória dobrável. Engenheiros do NIST (National Institute of Standards an Technology), nos Estados Unidos, criaram um circuito de memória que pode ser dobrado, sem falhar, mais de 4 mil vezes. O chip é construído sobre polímetro coberto com óxido de titâneo. Formado por memristores, ou resistores de memória, ele não perde os dados quando a alimentção elétrica é desligada. Segundo os pesquisadores, o componente poderá ser produzido de forma fácil e barata para uso em monitores cardíacos, medidores de glicemia e outros aparelhos como o de leitura de livros eletrônicos.
FONTE: Info, Julho de 2009

Depois da tela flexível, chegou a vez a memória dobrável. Engenheiros do NIST (National Institute of Standards an Technology), nos Estados Unidos, criaram um circuito de memória que pode ser dobrado, sem falhar, mais de 4 mil vezes. O chip é construído sobre polímetro coberto com óxido de titâneo. Formado por memristores, ou resistores de memória, ele não perde os dados quando a alimentção elétrica é desligada. Segundo os pesquisadores, o componente poderá ser produzido de forma fácil e barata para uso em monitores cardíacos, medidores de glicemia e outros aparelhos como o de leitura de livros eletrônicos.

Fonte: Info, Julho de 2009