Archive for janeiro \29\UTC 2009

Faça livros em colaboração com pessoas do mundo


A brincadeira em que uma pessoa começa uma história e outras continuam migrou para a internet. A comunidade Protagonize é uma das versões on-line dessa prática. O site, em inglês, possui milhares de histórias em dezenas de categorias. Existem projetos que vão além do entretenimento na seara colaborativa. O site librivox.org, por exemplo, organiza voluntários dispostos a narrarem obras que estão em domínio público para as transformar em audiolivros, que podem ser baixados. O site da iniciativa está parcialmente traduzido para português. A Wikipédia, referência quando se trata de conteúdo criado por várias pessoas na internet, tem uma seção dedicada aos livros. A seção em português da Wikibooks é uma das mais ativas dentre todos os idiomas com participação – possui mais de 5.000 módulos, ou páginas que possuem material didático de um livro. O foco são os livros para educação. A Wikibooks é considerada a biblioteca da Wikiversidade, um projeto para a criação de cursos abertos e gratuitos. FONTE: Folha de S. Paulo – 28/01/2009 – Por Gustavo Villas Boas

A revolução digital dos livros


A afirmação de que os livros físicos vão acabar é encarada como catastrófica por uns, exagerada por outros, mas tem um caráter emblemático quando sua fonte é simplesmente uma das maiores livrarias do mundo. Depois de sacudir o mercado com o lançamento do e-book Kindle, há pouco mais de um ano, a empresa americana de omércio virtual Amazon aposta que é uma questão de tempo para que os livros virtuais substituam inteiramente o papel. “Algumas pessoas podem querer manter seus livros físicos por um valor emocional, assim como alguns fazem com os discos de vinil. Mas nossa previsão é de que as próximas gerações lerão exclusivamente no formato digital”, disse Cinthia Portugal, relações públicas da Amazon, em entrevista ao Globo. Tanto otimismo da Amazon nesta, digamos, “Revolução Digital dos Livros”, deve-se à aceitação do Kindle nos EUA. O aparelho é um e-book do tamanho de um livro pequeno, mas com menos de dois centímetros de espessura. Nele, podem ser armazenados mais de 200 obras ao mesmo tempo, entre as 225 mil disponíveis. O Kindle também possui um teclado, possibilitando que se faça anotações como num bloco, ou que se marque alguma página do livro virtual. A Amazon não divulga números de venda, mas acredita-se que a procura por seu e-book, ao preço de US$ 359, tenha extrapolado suas previsões no Natal e esvaziado seus estoques. FONTE: O Globo – 29/01/2009 – Por André Miranda

Serviço especializado divulga produção cultural


O site brasileiro Overmundo é um bom começo para a publicação e a divulgação de conteúdo cultural na internet. Basta um cadastro rápido, mas que pede o número do CPF, para colocar material no banco de cultura -imagens, teses, vídeos, etc. Antes de ser definitivamente publicado, o conteúdo é avaliado por outros participantes, que podem dar sugestões de edição. O site tem um mecanismo que ajuda na divulgação, já que o que é colocado é classificado por outros usuários e ganha destaque com isso. Os escritores podem disponibilizar suas obras no dominiopublico.gov.br. É preciso licenciar a obra em Creative Commons.

Folha de S. Paulo | 28/01/2009 | Por Gustavo Villas Boas

Cartunista Nildão lança novo livro e site


A busca pela delicadeza presente nos pequenos detalhes e a relação de cumplicidade bem-humorada entre o leitor e o autor sobre os aspectos da vida moderna são objetivos de Nildão, ao lançar Quem pode, pódio. Trata-se do 12º livro do cartunista, que será autografado em festa dançante nesta próxima quinta-feira, às 21h, no Bar Santa Maria, Pinta e Nina (Rua da Paciência, 118, Rio Vermelho – Salvador/BA), quando também será lançado o site do designer. A animação fica por conta do DJ Roger N‘Roll & DJ Rafabela. O ingresso, no valor de R$ 20, dá direito a um exemplar. Dividido em quatro partes – Quem pode, pódio, O bicho vai pegar, A noite é uma criança e Sorria, você “star” na Bahia –, o livro incita à reflexão sobre as relações entre os homens e o lugar onde vivem. Ao longo das páginas, a percepção é de que as conquistas são relativas. “Ninguém está satisfeito com o que tem”, disse o designer. “Além disso, precisamos sair da bolha e nos conectar com o mundo. A classe média vive em cápsulas. O apartamento é uma cápsula, o carro e o local de trabalho também. Ninguém para para ouvir o som ambiente porque está com fones de ouvido ligados a ipods ou dentro de um carro com vidros fechados”, conclui. FONTE: A Tarde – 26/01/2009

Serviço especializado divulga produção cultural


O site brasileiro Overmundo é um bom começo para a publicação e a divulgação de conteúdo cultural na internet. Basta um cadastro rápido, mas que pede o número do CPF, para colocar material no banco de cultura -imagens, teses, vídeos, etc. Antes de ser definitivamente publicado, o conteúdo é avaliado por outros participantes, que podem dar sugestões de edição. O site tem um mecanismo que ajuda na divulgação, já que o que é colocado é classificado por outros usuários e ganha destaque com isso. Os escritores podem disponibilizar suas obras no dominiopublico.gov.br. É preciso licenciar a obra em Creative Commons. FONTE: Folha de S. Paulo – 28/01/2009 – Por Gustavo Villas Boas

Criação livre


Baixar MP3, assistir a vídeos e copiar softwares não são simplesmente pirataria. Enquanto parte da indústria se esforça para impedir que suas obras circulem sem que ela tenha o controle (e o lucro), movimentos que contam com a ajuda de milhões de anônimos investem em direitos autorais flexíveis para expandir a cultura livre. Artistas famosos já aderiram à ideia, que foi discutida em um encontro que aconteceu antes do Fórum Social Mundial de Belém, que começou nesta terça-feira. Durante o encontro, Sérgio Amadeu da Silveira, ex-presidente do ITI (Instituto Nacional de Tecnologia da Informação), lançou um “desafio aos midialivristas” e propôs que cada um dos cerca de 200 participantes escrevesse um artigo sobre mídias livres para compor uma espécie de livro digital. FONTE: Folha de S. Paulo – 28/01/2009 – Por Gustavo Villas Boas

Baixe milhares de clássicos da literatura


O site do Projeto Gutenberg possui milhares de clássicos da literatura em diversos idiomas que podem ser baixados gratuitamente – são obras em domínio público. FONTE: Folha de S. Paulo – 28/01/2009 – Por Redação

É fácil fazer obra Creative Commons


Registrar uma obra sob Creative Commons não significa tornar seu próprio material algo sem dono. Continuam existindo regras para a utilização. Normalmente, um conteúdo sob Creative Commons pode ser baixado e distribuído livremente, desde que citada a fonte. Alguns autores permitem que sua criação seja alterada ou adaptada, outros, não. O escritor de um livro que o queira licenciar em Creative Commons, no Brasil, tem cinco opções de termos disponíveis, por exemplo. De acordo com o site internacional da iniciativa, já foram completamente adaptadas licenças CC para atender à lei de 54 países, como EUA, China e Argentina. Preencher os dados para a publicação de algo em CC é rápido. De forma básica, aqui no Brasil, basta responder a duas perguntas com respostas em alternativas. Um dos objetivos por trás desse recurso é a desburocratização dos direitos autorais na internet. No endereço (creativecommons.org), o usuário encontra os passos para licenciar uma obra. FONTE: Folha de S. Paulo – 28/01/2009 – Por Gustavo Villas Boas

Amazon to host press event at library, innocently whistling when asked about the Kindle 2


 

It could mean anything that Amazon is hosting a press event Monday morning, February 9th at the Morgan Library here in New York City. Maybe they just want to talk about how much they enjoy huge archives of original manuscripts and the smell of aged paper. Whatever the case may be, the last time we went to an Amazon event, they ended up launching the Kindle, so it’s not crazy to speculate that we very well could see the introduction of a new iteration of the successful e-book. We’ve pinged the company for more solid word, but it’s been radio silence thus far. Of course, we’ll be there live covering any news as it breaks, so just plan on being here… or being square.

FONTE: engadget (by Joshua Topolsky, posted Jan 27th 2009 at 11:34AM)

Cartunista Nildão lança novo livro e site


A busca pela delicadeza presente nos pequenos detalhes e a relação de cumplicidade bem-humorada entre o leitor e o autor sobre os aspectos da vida moderna são objetivos de Nildão, ao lançar Quem pode, pódio. Trata-se do 12º livro do cartunista, que será autografado em festa dançante nesta próxima quinta-feira, às 21h, no Bar Santa Maria, Pinta e Nina [Rua da Paciência, 118, Rio Vermelho - Salvador/BA], quando também será lançado o site do designer. A animação fica por conta do DJ Roger N‘Roll & DJ Rafabela. O ingresso, no valor de R$ 20, dá direito a um exemplar. Dividido em quatro partes – Quem pode, pódio, O bicho vai pegar, A noite é uma criança e Sorria, você “star” na Bahia –, o livro incita à reflexão sobre as relações entre os homens e o lugar onde vivem. Ao longo das páginas, a percepção é de que as conquistas são relativas. “Ninguém está satisfeito com o que tem”, disse o designer. “Além disso, precisamos sair da bolha e nos conectar com o mundo. A classe média vive em cápsulas. O apartamento é uma cápsula, o carro e o local de trabalho também. Ninguém para para ouvir o som ambiente porque está com fones de ouvido ligados a ipods ou dentro de um carro com vidros fechados”, conclui.

A Tarde – 26/01/2009

Amazon para de vender e-Books em Adobe e Microsoft


A Amazon.com acaba de informar seus clientes editores e autores que planeja encerrar as vendas de e-books nos formatos Microsoft Reader e Adobe e-book. No futuro a Amazon oferecerá apenas e-books nos formatos de sua propriedade: Kindle e Mobipocket. A empresa anunciou que a partir de agora incentivará seus consumidores a comprarem e-books pelo Mobipocket. FONTE: Publishers Weekly – 26/01/2009 – Por Calvin Reid

Após início morno, e-book ganha fãs


Os bibliófilos estarão preparados, finalmente, a passar do papel aos pixels? Há uma década os consumidores vêm praticamente ignorando os livros eletrônicos, frequentemente difíceis de usar e que oferecem poucos livros populares para o leitor. Recentemente, porém, o e-book, ou livro eletrônico, começa a ganhar aceitação – em parte devido à popularidade do Kindle, o e-book sem fio da Amazon. Lançado há um ano, o Kindle custa US$ 359, é fino, branco e tem mais ou menos o tamanho de um livro de bolso. Embora a Amazon não revele cifras de vendas, o aparelho pelo menos vem cumprindo o que promete seu nome [que significa "pôr fogo"]: gerou amplo interesse por livros eletrônicos. Está fora de estoque, e só haverá mais exemplares em fevereiro. Analistas atribuem o sucesso de vendas à apresentadora Oprah Winfrey, que elogiou o Kindle em seu programa em outubro, e criticam a Amazon, dizendo que ela não fez um planejamento adequado para o período de compras do fim de ano. A falta de Kindles à venda deu abertura à Sony, que fez intensa campanha publicitária de seu artefato, o Reader, em dezembro. A concorrência pode representar a maturidade do próprio conceito da leitura de textos longos em artefatos digitais portáteis. FONTE: Folha de S. Paulo – 26/01/2009 – Por Brad Stone e Motoko Rich /The NY Times

Internet aumenta consulta aos livros


Um simples clique e o mundo se abre diante de olhos atentos e curiosos. A internet mudou costumes, trouxe os cinco continentes para a tela do computador, mas não conseguiu tirar de cena o velho e prazeroso hábito de ler um livro. Nestes tempos eletrônicos, os dois suportes convivem em harmonia. Prova dessa realidade está na maior biblioteca pública de Minas, a Estadual Luiz de Bessa, na Praça da Liberdade, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte. Mais de 540 mil pessoas visitaram a instituição no ano passado, 150 mil a mais que em 2007. Foram registradas 700 mil consultas virtuais ao acervo e nada menos que 530 livros foram emprestados diariamente. As bancadas de pesquisa, com suportes de madeira feitos na medida certa para folhear páginas amareladas e marcadas pelo tempo, agora cedem espaço para um novo visitante: modernos notebooks. Com agilidade de sobra entre teclado e mouse, a historiadora Andréia Ribeiro, de 31 anos, troca o passeio pelas prateleiras por uma viagem digital. “Faço um levantamento completo do acervo pela internet e depois venho fazer a consulta diretamente no livro de que preciso.” Minas tem hoje 865 bibliotecas públicas distribuídas em 847 cidades, sendo que todas são administradas pelos municípios.

Estado de Minas | 25/01/2009 | Glória Tupinambás

Internet aumenta consulta aos livros


Um simples clique e o mundo se abre diante de olhos atentos e curiosos. A internet mudou costumes, trouxe os cinco continentes para a tela do computador, mas não conseguiu tirar de cena o velho e prazeroso hábito de ler um livro. Nestes tempos eletrônicos, os dois suportes convivem em harmonia. Prova dessa realidade está na maior biblioteca pública de Minas, a Estadual Luiz de Bessa, na Praça da Liberdade, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte. Mais de 540 mil pessoas visitaram a instituição no ano passado, 150 mil a mais que em 2007. Foram registradas 700 mil consultas virtuais ao acervo e nada menos que 530 livros foram emprestados diariamente. As bancadas de pesquisa, com suportes de madeira feitos na medida certa para folhear páginas amareladas e marcadas pelo tempo, agora cedem espaço para um novo visitante: modernos notebooks. Com agilidade de sobra entre teclado e mouse, a historiadora Andréia Ribeiro, de 31 anos, troca o passeio pelas prateleiras por uma viagem digital. “Faço um levantamento completo do acervo pela internet e depois venho fazer a consulta diretamente no livro de que preciso.” Minas tem hoje 865 bibliotecas públicas distribuídas em 847 cidades, sendo que todas são administradas pelos municípios. FONTE: Estado de Minas – 25/01/2009 – Por Glória Tupinambás

Conteúdo rico


Está acessível na íntegra pela internet a gravação do Simpósio Internacional Caminhos Cruzados: Machado de Assis pela Crítica Mundial, um ciclo de conferências e debates congregando nomes emblemáticos da crítica machadiana, nacional e internacional. O evento foi realizado para marcar o centenário da morte de Machado de Assis, em 2008, pela Universidade Estadual Paulista [Unesp], por meio da Fundação Editora da Unesp e apoio do Ministério da Cultura. O simpósio contou com a presença de pesquisadores internacionais como Abel Barros Baptista [Universidade Nova de Lisboa], Amina di Munno [Universidade de Gênova], Dain Borges [Universidade de Chicago], Daphne Patai [Universidade de Massachusetts], entre outros. A cobertura completa do evento está disponível na internet. FONTE: PublishNews – 22/01/2009 – Por Redação

Machado de Assis em linha nº 2 está no ar


Já está no ar o segundo número de Machado de Assis em linha: revista eletrônica semestral de estudos machadianos. A publicação foi criada pelos membros do Grupo de Pesquisa/CNPq “Relações intertextuais na obra de Machado de Assis”. Nove artigos foram selecionados pelo conselho editorial, entre os muitos submetidos por autores de várias regiões do Brasil e também do exterior, além de um texto da crítica machadiana, há muito fora de catálogo. Esta é a vez de Shakespeare no Brasil: Machado de Assis, ensaio primoroso de Eugênio Gomes, publicado em 1961, o qual se inscreve no âmbito mesmo do principal interesse do Grupo de Pesquisa, a intertextualidade. A revista também se propõe a incluir, a cada edição, o texto de um jovem pesquisador. Desta vez os editores acolhem a contribuição de uma aluna de graduação em História da PUC-Rio, Juliana Goskes, cujo artigo foi aprovado pelo conselho editorial. Entre 15 de fevereiro e 31 de março de 2009, os editores receberão colaborações para o próximo número da revista, a ser lançado em junho. Os procedimentos para o envio de textos estão indicados em “Contato”, no site. FONTE: PublishNews – 22/01/2009 – Por Redação

Apple censura livro à venda em sua loja online


O livro Knife Music, escrito pelo americano David Carnoy, foi disponibilizado na loja virtual do iPhone, App Store, depois de ter sido censurado pela Apple por “conteúdo inadequado”. O site CNet noticiou que o e-book só foi aceito depois que o autor realizou uma revisão excluindo a linguagem ofensiva empregada na versão original, submetida para aprovação em dezembro, conforme matéria publicada no portal Geek. Carnoy, que é colunista da CNet, disse que decidiu acatar a censura do livro porque pouca coisa mudou na versão final, e também por saber que era um modo de explorar o território em crescimento, que até hoje possui poucos títulos disponíveis. O livro está sendo oferecido gratuitamente, mas usuários descontentes com a versão censurada podem encontrar o livro como ele foi escrito originalmente através da Sony e-book Store, pelo atalho tinyurl.com/729nzt, recomendou o site BetaNews. FONTE: PublishNews – 22/01/2009 – Por Redação

Robô é importado para digitalizar livros


A Universidade de São Paulo (USP) acaba de adquirir um scanner robotizado para digitalizar as obras doadas por José Mindlin à biblioteca Brasiliana USP, cujo prédio é construído na Cidade Universitária. O acervo pessoal de Mindlin tem 30 mil volumes e, com a ajuda do scanner, será disponibilizado gratuitamente na internet. Segundo o professor István Jancsó, coordenador do projeto Brasiliana USP, trata-se do primeiro equipamento do gênero no País, adquirido por R$ 1,5 milhão, dinheiro conseguido com verba da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). Enquanto o prédio da Biblioteca Brasiliana não fica pronto, o scanner ficará na casa de José Mindlin, em São Paulo. O aparelho deve entrar em operação até fevereiro e, segundo Jancsó, terá a capacidade de digitalizar 2500 imagens por hora. O acervo, que poderá ser acessado via web, será catalogado, segundo o professor, nos padrões internacionais, como o da Biblioteca Europeana, que disponibiliza sete milhões de livros na internet. “Qualquer pessoa poderá entrar na Brasiliana Digital e imprimir a obra escolhida em sua casa”, conta o coordenador do projeto. Dessa forma, qualquer biblioteca do País poderá montar uma cópia fac-similar da Brasiliana USP. FONTE: Abril.com – 20/01/2009 – Por Rafael Kato

Livros de Aluísio Azevedo podem ser acessados de graça


Casa de Pensão e O cortiço – duas obras de grande relevância para o movimento naturalista no Brasil – estão disponíveis gratuitamente no portal Domínio Público [www.dominiopublico.gov.br]. São 32 obras do escritor Aluísio Azevedo oferecidas no sítio, entre romances, contos, crônicas e peças de teatro. Maranhense de São Luís, Aluísio Tancredo Gonçalves de Azevedo começou a escrever em folhetins para sustentar a família. A primeira publicação, em 1879, foi o romance romântico Uma lágrima de mulher, que também pode ser baixado sem ônus no portal. Lançado em 2004, o portal Domínio Público oferece acesso de graça a obras literárias, artísticas e científicas (na forma de textos, sons, imagens e vídeos), já em domínio público ou que tenham a sua divulgação autorizada. Até dezembro de 2008, havia 3.544 obras cadastradas. FONTE: MEC – 19/01/2009 – Por Maria Clara Machado

Novo portal da ABEU já está no ar


As editoras filiadas à Associação Brasileira das Editoras Universitárias [ABEU] terão a partir de agora uma ferramenta para facilitar e ampliar sua comunicação com o público. É que acaba de ser lançado o novo portal da ABEU. A empresa Equipedigital.com é a responsável pelo novo momento tecnológico por que passa a comunicação da entidade que reúne mais 100 Editoras Universitárias em todo o País. “Esse processo representa o compromisso da ABEU em manter-se atualizada com o mercado de Tecnologia da Informação e as novidades que ele oferece”, afirma Vicenzo Berti, diretor comercial da Equipedigital.com. O novo portal possui galerias de fotos, enquetes, agenda de eventos e manteve o tradicional ABEU em rede. Uma das novas ferramentas do novo por tal da entidade é o Catalogo Unificado das Editoras associadas, cuja capacidade é da ordem de 50 mil livros. FONTE: PublishNews – 14/01/2009 – Por Redação