Na semana passada, o assunto da coluna Navegar é Preciso foi a OpenLibrary, projeto para digitalizar todos os livros do mundo. É o terceiro destes projetos, que incluem também um do Google e outro da Microsoft. Na mesma semana, a Biblioteca Pública de Nova York recebeu uma Expresso Book Machine. É a segunda do mundo – a primeira está na sede do Banco Mundial, em Washington. Ela permite ao cliente que escolha um livro qualquer num banco de dados, imprime o exemplar e o encaderna. No momento em que este tipo de máquina for comum – não vai demorar muito -, os arquivos livreiros da OpenLibrary, do Google e da Microsoft já estarão bastante recheados. É neste ponto em que uma revolução muito parecida com a da música digital tomará de assalto, mas não de surpresa, as editoras. Seu negócio vai virar de cabeça para baixo… [ O Estado de S. Paulo - 6/8/2007 - por Pedro Doria ].






